A língua portuguesa irá mudar a partir de 2009. As novas regras ortográficas já ganham espaço nos novos livros didáticos e começam a confundir a cabeça do brasileiro.
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vai alterar a acentuação de algumas palavras, extinguir o uso do trema, e sistematizar a utilização do hífen. Palavras como “idéia” e “heróico”, por exemplo, deixarão de ser acentuadas. O Brasil será o primeiro país entre os integrantes da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) a adotar oficialmente a nova grafia. As regras serão obrigatórias, no início, apenas em documentos do governo. O prazo será maior em escolas, devido ao cronograma de compras de livros didáticos elaborado pelo Ministério da Educação.
As alterações atingem aproximadamente 0,5% das palavras brasileiras. Já no caso dos demais países, que adotam a ortografia de Portugal, o percentual é de 1,6%. Entre os países da CPLP, já ratificaram o acordo Brasil, Portugal, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Ainda não definiram quando irão ratificar o documento. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste.
O MEC estipulou que o período entre 2010 e 2012 será o de transição para a nova ortografia passar a ser obrigatória nos livros didáticos para todas as séries.
Novas regras O trema desaparecerá de vez. Palavras como “lingüiça” e “tranqüilo” passarão a ser grafadas sem o sinal gráfico sobre a letra “u”. A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como “Müller” e “ H ü b n e r ” . Paroxítonas com ditongos abertos “ei” e “oi” —como “idéia”, “heróico” e “assembléia”— deixam de levar o acento agudo. O mesmo ocorre com o “i” e o “u” precedidos de ditongos abertos, como em “feiúra”. Também deixa de existir o acento circunflexo em paroxítonas com duplos “e” ou “o”, em formas verbais como “vôo”, “dêem” e “vêem”. Com o acordo, o alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão de “k”, “y” e “w”. A utilização dessas letras permanece restrita a palavras de origem estrangeira e seus derivados, como “kafka” e “kafkiano”.
As regras de utilização do hífen também ganharam nova sistematização. O sinal será abolido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento também começa com outra vogal, como em aeroespacial (aero + espacial) e extraescolar (extra + escolar). Já quando o primeiro elemento finalizar com uma vogal igual à do segundo elemento, o hífen deverá ser utilizado, como nas palavras “micro-ondas” e “anti-inflamatório”.Nos casos em que a primeira palavra terminar em vogal e a segunda começar por “r” ou “s”, essas letras deverão ser duplicadas, como na conjunção “anti” + “semita”: “antissemita”. A exceção é quando o primeiro elemento terminar e “r” e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em “hiper-requintado” e “inter-racial”.
São Paulo terá 24 horas de esporte
Geraldo Alckmin visita comerciantes da Av Rio Pequeno
Fórum de desenvolvimento no Butantã e Região
Oeste News lança canal aberto para seus leitores
Jornal Oeste News mostra seu apoio a políticos sérios para as próximas eleições
Subprefeitura do Butantã firma convênio em prol do meio ambiente
Fim da fila para transplante de córnea
Pacientes ganham acupuntura no hospital do câncer
GM do Brasil terá 20 modelos novos até 2012
Preços especiais para o dia das crianças
Brasil é o país que mais investe em estágios
Preço dos alimentos cai até 24% nos supermercados
Professores concursados serão avaliados
Peça de teatro gratuita apresenta a história de Mário Quintana
Alckmin pretende melhorar o transporte coletivo na zona oeste